sábado, 30 de julho de 2011

O Santinha na mídia nacional



O SANTINHA NA MÍDIA NACIONAL

Clóvis Campêlo

A revista Placar do próximo mês de agosto traz pequenas matérias com Flávio Recife (ou será Flávio Caça-rato?) e Dutra.
O primeiro fala da sua infância na Campina do Barreto, bairro pobre da zona norte do Recife, e do surgimento do apelido, do qual diz não gostar, embora admita que já esteja por ele marcado. Explica que o apelido surgiu na infância, quando de bodoque na mão, andava pelas ruas do bairro caçando os roedores. Pelo Santa Cruz, aliás, em épocas distintas, passaram jogadore de nomes inusitados ou estranhos. Nos anos 50 do século passado, para não irmos muito longe, tivemos Arrupiado, Mergulho e Popó. Nos anos 60, eles proliferaram: Birunga, Birungueta, Mirobaldo, Facó, Ruíter, Cuíca. Nos anos 70: Sapatão e Botinha. Nos anos 80, Malhado. O próprio Tará, que jogou no Santinha nos anos 30 e 40, ao lado de Sherlock, Sebastião da Virada e outros, considerado por muitos como o maior jogador que já apareceu no futebol pernambucano em todos os tempos, e que foi treinador da equipe nos anos 50, também não fugiria a essa regra. Flávio Recife (ou Caça-rato?) não deveria se preocupar com isso. Basta entrar em campo com a determinação que a torcida coral espera e poderá escrever o seu nome na galeria dos nossos grandes jogadores.
O lateral Dutra fala da sua dispensa inesperada do time da Ilha do Retiro, a primeira da sua vida exemplar de atleta, e da disposição em disputar a Série D do Campeonato Brasileiro pelo Santa Cruz. Com a saúde e a experiência que tem, Dutra poderá ser de muita utilidade e colaborar de forma efetiva na nossa campanha rumo à Série C. Isso acontecendo, com certeza, colocará definitivamente o seu nome entre os grandes craques da galeria coral. A torcida bota fé nisso.

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