segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O último round



O ÚLTIMO ROUND

Alberto Felix, de São Paulo

No último domingo, entramos no ringue coral com uma goga arretada, mais parecíamos um falastrão Muhammed Ali, sapateando tal qual um passista defronte ao Joe Frazier.
Não deu outra, levamos uma daqui, uma dali e lona.
Calcule um ataque fuleiro? Pronto, foi o nosso.
Porém, e há sempre um porém.
Disse Lenine, “O que fazer?”
Eu digo o que fazer.
Garnizé das alterosas, tem volta viu! Aguarde.
Sim, claro sentimos o sabor biliar de beijar a lona, mas não fomos a nocaute.
Não quero (ou melhor, não queremos) entrar na terceira levando “jabs” e “uppercuts” e sendo jogados nas cordas a cada round.
O ano novo se acerca de nós, dois mil e doze está a caminho, será um novo tempo, tempo de purificar, expurgar toda imperfeição, impureza, sublimar os nossos sentimentos pelo querido Santa Cruz.
E por falar do Gigante, é falar de paixão, uma paixão visceral, torcemos com o figado e todas vísceras.
Para mim, existe uma santíssima trindade que é, cerveja, mulher (a minha que é palmeirense desde de guria) e o futebol.
Naturalmente, existem itens que aprecio muito.
Dia desses assisti um jogo entre Liverpool e Man United, eu como já disse antes adotei os “reds devils” mas a torcida do Liverpool é um arraso.

Veja em: http://youtu.be/T00x5sRbZrc

A nota triste destes últimos dias foi a morte de Joe Frazier, um peso pesado, nocauteado no figado pelo maldito câncer, foi para o grande ginásio celestial juntar-se a outros grandes lutadores.
Não sou um grande conhecedor do boxe, mas assisti a algumas lutas memoráveis, a luta do nosso Galinho de Ouro com Masashiko Harada, Miguel de Oliveira e tantos outros.
A canibalesca luta de Mike Tyson e Evander Holyfield.
Vai negão que a Virgem Mãe te receba com festa no grande ginásio celestial.


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