quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Vira dois acaba quatro



VIRA DOIS ACABA QUATRO


Alberto Felix, de São Paulo

O jogo agora é pra valer, vamos levantar as bandeiras corais e botar pra arrombar, quem tem uma torcida como a nossa não carece de fazer marquetingue com os peitos de seu ninguém.
Ganhamos uma, perdemos outra, faz parte do jogo, vamos afinar a viola, queremos o bicampeonato, detesto o termo “foco” quem não pode perder o foco são os fotógrafos e registrar nossas lindas jogadas.
Hoje é domingo e o santinha joga lá no sertão com o Serra Talhada (terra de Virgulino Ferreira, eu soube que ele era coral) diz que esse time é a coqueluche do torneio.
Domingo, dia de missa, fui na missa as sete da matina (sem a camisa coral, da um azar arretado) e pedi inspiração para nosso escrete.
Liguei para Clóvis mais aperreado que apreensivo porque é destes amarelinhos puxado para o laranja que eu tenho medo.
Aflições de um desterrado que está a tempo muito tempo longe de casa.
Carlinhos Bala, estreia no próximo jogo, a cronica diz que ele é um traíra, que é isso que é aquilo e não sei o que, eu penso o seguinte, esse menino comedor de cuscuz lá de San Martim, tem seu “DNA” no ninho da cobra, portanto bota ele pra jogar e bora embora.
Zé Teodoro, olho nele, porque esse cara é novela.
Pra terminar, ganhamos o jogo e mostramos que o Gigante está vivíssimo e acordado, o carnaval está ai batendo na porta e já se ouve pelos quatro cantos os clarins de momo.


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