segunda-feira, 5 de março de 2012

Onde os fracos não tem vez



ONDE OS FRACOS NÃO TEM VEZ

Alberto Felix, de São Paulo

No jogo com as costureiras e nós, eu fiquei uma semana assim feito quem partiu ou morreu, o que fez me sentir como um personagem de uma novela de Gloria Magadan, quiçá um corno de um bolero de Agustin Lara.
Traído pela arbitragem, pelos bandeiras e pela escalação.
É traição demais para um coração coral!
Assim é de lascar!
Maestro Agulha! Botaí Bievenido Granda! Solta Júlio Jaramillo! Com seu dramático bolero “nosso juramento”.
Bota uma com limão para amaciar essa paixão! Só assim!
O campeonato não acabou! E a vida continua!
Estamos no G4.
Agora caro coral, é Copa do Brasil também.


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