domingo, 29 de julho de 2012

Oh glória!


OH GLÓRIA!

Alberto Félix, de São Paulo

Camaradas corais, do Pina, Brasília, Cordeiro e arredores.
Olimpíadas, só na tela crente.
Estamos livres do Galvão Pacheco Bueno e de seu famigerado ufanismo global.
E dai?
Escapamos do fedorento e caímos no colo do coisa ruim.
Bom, como Deus e seu filho unigênito dão plantão na casa da moeda universal e curam gaia, unha encravada, espinhela caída e infecção generalizada, não custa fazer uma marcha pelo ouro olímpico.
Força nas orações!
Tirando da fita, pachecos e beatos.
É nós na fita, alcoolistas e tabagistas.
Brasil e Egito, o que parecia que seria um vareio de bola, foi dor de barriga.
O Egito tem bola e joga muito.
Não atoa que o Egito conquistou sete vezes a Copa Africana de Nações e deu cartão vermelho para o grotesco ditador Hosni Mubarak.
A Praça Tahrir é do povo como o céu é do condor.
Domingo, a selemano joga no Teatro dos Sonhos o Estádio Old Trafford, lar do Man United.
Pisa nesse chão com força.
Brasil e Bielorrússia uma ex-republica soviética.
E nós?
Jogar em Cuiabá quatro horas da tarde!
Um lugar que parece que sol nunca mais vai se por.
Com sol, com chuva é nós no G-4.

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