segunda-feira, 29 de julho de 2013

CONTRA O VENTO


CONTRA O VENTO

Alberto Félix, de São Paulo

Camaradas Corais do Pina, Brasília, Cordeiro e arredores, alcoolistas e tabagistas.
Meninas e meninos Corais.
Seu moço, como está frio aqui pelas terras de Anchieta e ainda por cima vem uma garoa fina e gelada, a garoa é uma chuva peneirada numa peneira bem fininha.
Está frio pra cacete!
Encantaram-se Djalma Santos e Dominguinhos.
Deus todo poderoso deveria poupar estes iluminados do calvário das internações hospitalares.
Por mim seria assim.
Djalma, em uma tarde de domingo, numa pelada com os amigos, alguém mandaria a bola para o mato, ele iria buscá-la e simplesmente encantar-se-ia.
Dominguinhos, na boquinha da noite poria seu fole nas costas e diria: Vou ali tocar um forrozinho na casa de um compadre meu, e encantar-se-ia.
E o Galo? O “eu acredito” funcionou direitinho.
Vitor trancou sua cidadela a sete chaves.
Uma pena que Roberto Drumond tenha partido fora do combinado.
Meu camarada, tu não imaginas como fostes profético ao escrever.
“Se houver uma camisa preta e branca pendurada no varal durante uma tempestade, o atleticano torce contra o vento “
É camarada, teu querido Galo é campeão da Libertadores da América!
Libertas Qauae Sera Tamen!
Saudações Corais a todos Atleticanos.
Vem cá, me diga lá meu camarada, a Federação Pernambucana de Futebol, tem o que na cachola?
O Querido do Povo, jogar em um domingo as sete da noite?
Esse povo da federação tem água de bidê na cachola?
Pense, o irmão coral após uma peixada no Pina e umas dezenas de gengibirras, tu vai lá pra campo?!
Eu sou assim, missa logo de manhã, futebol é lá pras quatro da tarde, no estádio ou no sofá, fora disso não há salvação.
Saudações Corais a todos.


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