terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Caça-Rato e a saída do Santa Cruz


CAÇA-RATO E A SAÍDA DO SANTA CRUZ

Rafael Brasileiro

Flávio Caça-Rato finalmente quebrou o silêncio e falou sobre a sua saída do Santa Cruz. O atacante, que foi decisivo para o Santa Cruz em 2013, reconheceu que na temporada passada deveria ter feito muito mais. Poderia ter ajudado o clube a a si mesmo. A lição aprendida em 2014 será utilizada agora no Remo ao lado do técnico Zé Teodoro, mas Caça, ou melhor, o CR7 do Arruda, não foi embora sem reconhecer a importância do Santa Cruz na sua carreira.
“O clube foi muito bom para mim. Consegui levantar meu nome no futebol. Nesses quatro anos foram dois acessos e dois títutlos. Foi uma passagem muito boa e nunca vou esquecer essa torcida que gosta muito de mim. Infelizmente não consegui deixar o clube na Série A, mas nunca vou esquecer o que fiz pelo clube e o que eles fizeram por mim”, falou Caça-Rato em tom de adeus.
Momentos memoráveis ele tem vários com a camisa coral. Até os escolheu a dedo (confira galeria). Porém, lembrou que 2014 poderia ter sido outro ano mágico para ele e para o clube. “Eu acho que eu não cuidei em tomar conta do meu espeaço. Relaxei muito e deveria ter me dedicado mais. Acho que foi um aprendizado para a minha carreira e quero recomeçar”, explicou o atacante.
Apesar do clima de despedida, Flávio Caça-Rato lembrou que ainda tem planos de voltar ao clube. Se não for agora, será ao menos para finalizar a carreira como jogador. “Eu acho que deixei amizades no Arruda. A diretoria gosta muito de mim e quem sabe eu não volto futuramente ao Santa Cruz? Quem sabe não encerro minha carreira no Santa Cruz? Minha família toda é tricolor e tenho um carinho muito grande pelo clube”, revelou.

MUDAR O NOME NÃO É OPÇÃO

De volta ao comando de Zé Teodoro, Flávio Caça-Rato já deixou um aviso: não muda de nome. Tudo isso porque o treinador quis mudar seu nome quando esteve no Arruda. “Tem como mudar mais esse nome não. O nome é estranho, mas o pessoal gosta e não tem porque mudar. Por sinal, a camisa sete lá já é minha. Não tem como mudar. É o CR7 do Brasil."

Fonte; Diário de Pernambuco, Recife, 05/01/2015

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