quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Peça importante no esquema coral


PEÇA IMPORTANTE NO ESQUEMA CORAL

Rafael Brasileiro

No jogo-treino contra a Agap, no qual o Santa Cruz venceu por 6 a 0, o técnico Júnior Rocha utilizou um esquema que ele não está acostumado. Adepto do 4-4-2 com um centroavante mais fixo, o comandante coral usou dois atacantes mais soltos e se revezando na referência do ataque. Situação que ele espera mudar quando Grafite estiver apto para jogar.
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Rocha deixou claro que espera contar com Grafite em breve e acredita que ele fará diferença na equipe por ser referência na sua posição. “Ele (Grafite) é um (camisa) 9 e testamos cinco noves em 2017. Ele é um cara referência. É nove de ofício. Vi o Grêmio jogar sem um 9. Falo abertamente. Depende só dele. O comprometimento dele aqui sempre foi muito grande e não vai deixar. Ele não precisa passar vexame. É um cara que treina muito. Nos três dias que esteve aqui estava altamente comprometido.”
Apesar de ter gostado do desempenho da equipe com dois atacantes no primeiro teste oficial, Rocha lembrou que o desafio foi abaixo do que o Santa Cruz encontrará no restante da temporada e foi apenas para observar como a equipe se comportava. Por isso nada de ilusão com o desempenho.
“Sempre joguei com (camisa) 9 de referência e nunca joguei com dois (atacantes) flutuando. Estou fazendo isso aqui. Deu certo? Deu. Mas não podemos nos iludir com o nível que enfrentamos aqui.”
O problema é que para ter o seu camisa 9 dentro de campo, mas que na verdade utiliza a camisa 23, Rocha terá que aguardar o retorno de Grafite de Dubai e isso só deve ocorrer na próxima quarta-feira. Por isso, nada de expectativa da utilização do atleta contra o Confiança na próxima semana. A sua utilização, até pela idade do atleta, que já tem 38 anos, só deve ocorrer em pelo menos dez dias.

Fonte: Diario de Pernambuco, 08/01/2018

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