quinta-feira, 1 de março de 2018

O jogo mais importante do ano


O JOGO MAIS IMPORTANTE DO ANO

Daniel Leal

O Santa Cruz é o oitavo colocado dentre os 11 clubes do Campeonato Pernambucano. Desse total, exatamente oito se classificam para a fase seguinte. No limiar classificatório, o Tricolor entra pressionado para o jogo das 20h desta quinta-feira, contra o Flamengo, em Arcoverde. Não em vão, o técnico Júnior Rocha não titubeou ao tratar a partida como “a mais importante do ano” para o time.
“A gente espera fazer grande partida. É o jogo mais importante do ano para nós. Se estivéssemos em primeiro lugar, também seria o mais importante porque todos os jogos têm um valor muito grande para a nós e vamos como se fosse o principal jogo do ano mesmo”, afirmou, emendando sobre o adversário. “Jogar lá em Arcoverde exige um pouco mais de qualidade técnica. Vamos fazer um jogo mais competitivo, mais de choque, contato e também com menos bola no chão. É um adversário duro, sei como é motivante para eles jogar contra um time grande e vamos com humildade e respeito para lá”, acrescentou.
Apesar de não estar bem no Campeonato Pernambucano, no qual só ganhou uma partida em sete rodadas, o Santa Cruz vive, no geral, uma fase boa. Está há seis jogos sem perder. Lidera o Grupo A da Copa do Nordeste. Por isso, Júnior Rocha é cauteloso na hora de fazer uma análise panorâmica do momento tricolor em 2018.
“Na temporada, sim (é o nosso melhor momento). No Estadual, não. Iniciamos muito mal o Pernambucano. Infelizmente, tivemos aquela derrota lá contra o América em Paulista que está doendo até hoje. Estávamos com o time em reconstrução, usando muitos meninos da base e estamos correndo atrás. No jogo com o Pesqueira tivemos um jogador expulso com sete minutos de jogo e mesmo jogando melhor não fizemos os gols e acabamos perdendo pontos importantes”, avaliou.


G4 do Estadual

Para ter a vantagem de fazer o jogo único do mata-mata, nas quartas de final, em casa, o Santa Cruz precisa terminar a primeira fase do Estadual pelo menos entre os quatro primeiros colocados. Ciente disso, o treinador coral mira o G4. “Temos que somar pontos, não estamos bem na tabela. Conseguimos implantar a ideia que todo jogo é o mais importante para nós, desde o Salgueiro e a competitividade tem sido muito grande. Acordamos. A ideia é ficar entre os quatro, lógico. É quase uma obrigação ficar entre os quatro, mas perdemos muitos pontos”, lamentou. 

Fonte: Diario de Pernambuco, 28/02/2018

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